Em
Vitória (ES) a Marcha da Maconha ocorreu sem grandes
incidentes.
A concentração começou às
14h, com cerca de 50 pessoas no portão central da Universidade Federal do ES.
Às 15h30 iniciou-se a Marcha pelas principais ruas dos
bairros Jardim da Penha e Praia do Canto, indo até a Praia
de Camburi.
No começo alguns carros supeitos de pertencerem a P2
circulavam nos arredores. Alguns diziam que teria repressão.
Outros lembravam que era contra-informação. Nesse
clima a passeata começou.
Passando por Jardim da Penha, a maioria das pessoas
que observavam a Marcha apoiaram o Movimento. Alguns batiam palmas.
Outros gritavam legaliza já! Pouquíssimos
discriminavam, mostrando que a sociedade já não
suporta mais desmedida discriminação. Nesse
momento já se uniam mais de 200 pessoas!
Muitos
discursos foram feitos num mini-trio elétrico que
acompanhava a passeata. Entre eles era lembrado que o Estado gastaria
menos com liberação das ervas do que com a
repressão. Outros elogiavam a justiça
do ES por não ter proibido a Marcha, como ocorreu
em diversos estados. Esse discurso não era
unânime. Outros lembravam o uso medicinal e até de
diversão, lembrando que outras drogas que são
mais prejudiciais, como o alcool, são liberadas.
Muitos políticos ganham fortunas com o tráfico,
daí um dos motivos da discriminação e
repressão com as classe menos favorecidas, fazendo com que a
Tropa de Choque matem muitos inocentes nos morros.
O
conflito com o horário do Jogo do Flamento deixou
muita gente de fora. O medo da repressão
também. Muitos man@s que se dizem
favoráveis a liberação da canabis
não apareceram no ato. Azar o deles. No
próximo ano pode ser pela manhã, aproveitando o
público da praia.
A marcha se encerrou com sorteio de vários kits,
como trituradores de alimentos, papeis de cigaros e debates,
que só está começando, grande!
Breve vídeo. Mais
fotos...
Anarquinóibis